sexta-feira, 8 de maio de 2009

Sufoco

"Eu nunca tive tanta pesquisa para fazer na minha vida!"

Foi o que disse a minha irmã, Sophia, de 9 anos.
Isso me fez pensar que eu vivo dizendo esse tipo de coisa. Que eu sempre estou passando pelo ano mais atarefado de toda a minha vida.
Será que somos muito dramáticas? Ou que as coisas realmente pioram todo ano?

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Os vampiros atacam

Porque eu também tinha que dar minha opinião sobre Twilight.


Na semana passada eu terminei de ler Eclipse. Foi bem legal, eu concordo, mas... só. Só foi bem legal. Eu gostei do final e estou aguardando o próximo, mas não houve nada surpreendente ou que me deixasse com o coração na mão contando os dias para ler Alvorada.
O que eu quero dizer neste post é, excencialmente, que Twilight é legal, mas não merece a barulheira toda que estão fazendo sobre a série.

Às vezes penso que eu fui a única que ficou revoltada ao ler, na quarta capa do livro, que Stephenie Meyer é a mais bem-sucedida autora de fantasia do mundo, ou algo assim. Achei isso ridículo por dois motivos:
Primeiro, porque não dá para respeitar esta pessoa:

E segundo (e agora é sério) porque... MEU DEUS, SERÁ QUE ELES ESQUECEM MESMO TÃO RÁPIDO?!
Como assim a melhor autora de fantasia do mundo? Caramba, Deathly Hallows saiu em 2007 e todo mundo já esqueceu? Então é isso?
Me desculpem, eu detesto admitir, mas eu sou uma fã com ciuminho. Mas também uma fã indignada e com motivo!
Os fãs de Twilight podem me responder que nunca vão deixar de amar Harry Potter etc. e tal e que os Cullen são apenas a sua segunda paixão. Eu só fico me perguntando por que diabos eles merecem ser a segunda, terceira ou quadragésima paixão de alguém. Isto é, eu até sei o porquê. Eles são perfeitos, não é mesmo? Óbvio que todo mundo se apaixona por personagens perfeitos. O Edward é o maior exemplo - ele é lindo, gentil, amável, dedicado e tudo o mais. Verdade. Mas então cadê a genialidade dessa autora? Até eu, que não sou a maior literata do mundo, consigo fazer um texto descrevendo o homem perfeito e todo mundo vai dizer que casaria com ele fácil, fácil. Isso não faz de ninguém um bom autor, apenas um autor vendido.
Um bom autor faz você se apaixonar por Rony Weasley, que, à primeira vista, não tem motivo nenhum para merecer a sua atenção. Por Neville Longbottom, por Draco Malfoy, pela família Black. Ou, pelo auge da construção de personagem em Harry Potter, na minha opinião: Severo Snape. Estes sim são personagens. Talvez não sejam dignos de nenhum Nobel de literatura, mas com certeza exigiram um pouco mais de esforço mental para serem criados.

Sinceramente, entendo a minha posição de velha chata pensando assim, mesmo porque eu já ouvi muita gente reclamando demais de Harry Potter, que eu amo tanto quanto várias pessoas amam Twilight. Mas, levando em conta que eu ainda não encontrei nenhum fã de Twilight que não admitisse algo de ridículo na série, acho que mereço um pouco de compreensão.

Termino o post com a citação de uma amiga de opinião um pouco mais radical:
"Harry Potter os ensinou a ser fãs e eles, muito contentes com o que aprenderam, resolveram aplicar na primeira porcaria que aparecesse."

*senta e espera os tomates serem arremessados*

domingo, 26 de abril de 2009

Domingo, 19 de abril

Mamãe
Papai
Sophia
Samantha
Ricardo
Bruno
Vera
José
João
Isa
Cássio
Di
Juh
Sirius
Juan
Airo
Rody
Felipe
Caio
Fernanda
Nathália
Eduardo
Cis
Kel
Wellington
Luiza
Gustavo
Nina
Léo
Mires

Eu espero que tenham se divertido tanto quanto eu.
Obrigada!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Biblioteconomia

É o nome de um curso onde as pessoas ficam arrancando os cabelos com questões sobre organização e acesso à informação e ao conhecimento. Eles dizem que é uma profissão muito antiga, mas parece que nem sempre ela foi levada muito a sério. Uma certa enciclopédia chinesa intitulada Empório Celestial de Conhecimentos Benévolos, por exemplo, divide os animais nas seguintes classes:

(a) pertencentes ao Imperador
(b) embalsamados
(c) amestrados
(d) leitões
(e) sereias
(f) fabulosos
(g) cães soltos
(h) incluídos nesta classificação
(i) que se agitam como loucos
(j) inumeráveis
(k) desenhados com um finíssimo pincel de camelo
(l) etcétera
(m) que acabam de quebrar o vaso
(n) que de longe parecem moscas

E você se preocupando com a biologia no vestibular.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

A USP

As pessoas acham que é muita folga a USP ter tantos feriados. Na próxima semana, por exemplo, eu não tenho aula - simplesmente porque é semana santa! Obviamente, gente como a minha irmã, que estuda numa faculdade judia e que não tem folga nem na sexta-feira santa, fica indignada com isso. Mas não é tão simples assim - eles te atolam de tanta coisa para fazer (principalmente porque com tanto feriado sobram poucos dias de aula e a matéria fica corrida) que você realmente vai precisar dessa semana de "folga".
Eu, particularmente, vou aproveitar para adiantar todas as leituras e trabalho que tenho que fazer - e para economizar o transporte, claro.
Mal vejo a hora de essa semana chegar. Eu estou mesmo muito atarefada, mas só de não precisar ir à aula já me dou por contente. Hoje, por exemplo, tive a aula mais chata do mundo. Eu não sei o que estava esperando quando me matriculei para fazer introduçãoaosestudoscomparadosdeliteraturaemlinguaportuguesa *para e toma um ar* na faculdade mais tediosa do mundo - a FFLCH.
Durante as duas horas de tormenta (foram duas? Ou será que foram doze?) eu me pus a filosofar de forma ineficiente. Eu só queria ter alguma conclusão inteligente para tirar do fato de que, há dez dias, eu fiz trilha até uma cachoeira e, daqui a dez dias, eu estarei na praia; mas hoje eu estava na FFLCH ouvindo gente chata falar de coisas chatas.

quarta-feira, 11 de março de 2009

Tempo

Durante toda a semana passada, a população de São Paulo (e, acredito eu, de muitos outros lugares) quase derreteu sob um sol ridículo de 33ºC. Como é de se imaginar, todos por aí só sabiam reclamar.
Nesta segunda-feira, por conta de uma chuva boa durante a madrugada, a temperatura caiu para uns 27ºC. O que as pessoas fizeram? Saíram de casa com casacos de lã!

Dá para entender?

sexta-feira, 6 de março de 2009

No princípio, eram os Hepburn. Harry e Janis, jovens, recém-casados, cheios de sonhos. Um deles era ter filhos e alguém disse "que assim seja"; logo, nasceu Audrey, a primeira filha, comportada, bonita e estudiosa. Sendo assim tão... adjetivada, não é de se espantar que, ainda no início de sua vida adulta, tenha cativado um marido.
Audrey Hepburn tornou-se Audrey Weasley ao casar-se com Percy, com quem teve dois filhos, Molly e Peter. Mas nem tudo
é perfeito e, enquanto estava grávida de Peter, Audrey divorciou-se ao flagrar Percy trocando carícias com sua amante, Penelope Clearwater. A vida de Audrey nunca mais foi a mesma. Ela não chegou a casar-se de novo, embora tenha tido um caso com o entregador Gordon Kim e recebesse visitas diárias de Percy à sua casa durante o resto da vida. Já os seus filhos tiveram destinos mais felizes.
Molly cresceu tendo como sua melhor amiga Cristina, a filha que Harry e Janis adotaram quando Audrey casou-se. Além disso, casou-se com Lucy Weasley, uma moça cuja aspiração sempre foi formar uma família feliz. Por coincidência ou não, o irmão de Lucy, Hugo (já viúvo e com uma filha, Rose), casou-se com Cristina, que também passou a ser uma Weasley. Sua nova enteada, Rose, casou-se com Peter, fechando um ciclo estranho (mas não incestuoso!) entre as duas famílias

Cristina e Hugo foram muito felizes e tiveram uma vida muito romântica, até que Cristina faleceu naturalmente, enquanto falava ao telefone. Curiosamente, Hugo morreu da mesma forma, mas não ficou sozinho até esse momento - assim que ficou viúvo, começou a sair com uma jovem uns 20 anos mais jovem do que ele, chamada Lúcia. Essa Lúcia, por acaso, era casada. Mas isso não é um problema, uma vez que seu marido, Marco, andava tendo um caso também, com Cristina, a filha adotiva de Molly e Lucy (aparentemente, o orfanato da cidade não tinha muita criatividade). Esta Cristina era o orgulho de suas mães pois, apesar de não ter beleza exterior (o que talvez tenha sido o motivo pelo qual nunca chegou a se casar), ela sempre foi muito carinhosa e dedicada ao lar e à sua menina, Daniele, filha ilegítima de Marco, que nunca mais foi visto após gerá-la.
Peter e Rose foram outro casal feliz, talvez o casal mais bonito e romântico. Tiveram um filho bonito e saudável, Wilbur, que cresceu junto de Cristina e que completou quarenta anos virgem, mais ou menos quando adotou o seu filho Alfonso. Peter era tão apaixonado por Rose que morreu louco pouco tempo depois de perder sua esposa. Uma morte quase tão triste quanto à de sua irmã, Molly, que morreu ao voltar de um cansa
tivo de trabalho, ou da esposa dela, Lucy, que morreu, coitada, na festa do aniversário da neta. Daniele ficou muito triste mas, não tendo outra coisa a fazer, ocupou-se de comer o bolo que a avó tinha separado para si.

063. zerar 3 gerações de The Sims 2

Sei que o post ficou muito confuso, mas eu precisava muito falar sobre essa família. Para ilustrar melhor, vou colocar uma árvore genealógica e as minhas fotos favoritas. ^^

(clica na árvore que ela aumenta)

Álbum de fotos:






1. Harry e Janis (e a pequena Audrey) - como tudo começou.










2. Molly e Lucy - fofas.









3. Peter com cara de bobo (e Rose de costas).









4. Wilbur praticando namoro... com o espelho.









5. Afonso contente em ver o resultado da natação.









6. Homem mau que veio me castigar por não pagar as contas. =(








7. E a minha favorita... A morte mandando Rose fazer exercícios! (sim, aquilo para onde ela está apontando é uma máquina de exercícios)